| Edição: 1ª |
| Publicação: 24 de novembro de 2022 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 352 |
| Peso: 0.48 kg |
| Dimensões: 16 x 1.6 x 23 cm |
| Formato: Capa comum / Brochura |
| ISBN-10: 6556220469 |
| ISBN-13: 9786556220468 |
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Comprar LivroO romance "A Última Casa da Rua Needless" (The Last House on Needless Street), da autora escocesa Catriona Ward, é um dos thrillers psicológicos mais aclamados e surpreendentes dos últimos anos, conhecido por suas reviravoltas chocantes e sua narrativa inusitada.
O livro é uma obra-prima do horror psicológico e da narrativa não confiável, que mergulha nas profundezas do trauma, da memória e da dissociação. A trama se desenrola em torno da casa que fica no final de uma rua sem saída, adjacente a uma floresta escura, um local que parece comum, mas guarda segredos enterrados por mais de uma década.
O leitor é introduzido a Ted Bannerman, um homem recluso e de hábitos peculiares, que vive com lapsos de memória e registra seus pensamentos em fitas cassetes. Ele divide sua rotina com sua filha adolescente, Lauren, e sua espirituosa gata de estimação, Olívia (uma das narradoras mais singulares da literatura contemporânea). Ted é assombrado pelo fato de ter sido o principal suspeito no desaparecimento de uma menina conhecida como "Lulu", que sumiu na vizinhança há onze anos.
A tensão explode com a chegada de Didi, a irmã da menina desaparecida, que se muda para a casa ao lado, impulsionada por uma vingança fria e pela convicção de que Ted é o sequestrador. Didi passa a vigiá-lo obsessivamente, determinada a desenterrar a verdade e encontrar o corpo de Lulu.
A narrativa é habilmente construída por meio de múltiplas perspectivas, a do suspeito, a da vingadora, e a da gata, desmantelando gradualmente a percepção do leitor sobre a realidade. A casa, mais do que um cenário, revela-se um labirinto mental. Ward explora os temas do abuso, da perda e da criação de mecanismos psicológicos extremos para a sobrevivência, conduzindo a um clímax devastador. Este é um livro que forçará o leitor a questionar cada suposição e cada voz narrativa, provando que o verdadeiro horror reside na fragilidade da mente humana.