| Edição: 1ª |
| Publicação: 11 de setembro de 2020 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 144 |
| Peso: 0.186 kg |
| Dimensões: 13.97 x 0.86 x 20.96 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 655736023X |
| ISBN-13: 9786557360231 |
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Comprar LivroO livro "Animus e Anima: uma introdução à psicologia analítica sobre os arquétipos do masculino e feminino inconscientes" é uma obra de síntese e aprofundamento de Emma Jung (1881–1955), esposa de Carl Gustav Jung e também uma renomada analista junguiana.
Embora o conceito de Animus e Anima seja central na psicologia analítica, a obra de Emma Jung é fundamental por oferecer uma das exposições mais claras e detalhadas sobre esses arquétipos.
Emma Jung explora os arquétipos da Anima (o feminino inconsciente no homem) e do Animus (o masculino inconsciente na mulher). Estes são mais do que meros traços de personalidade; são pontes entre a consciência do ego e o inconsciente coletivo.
Representa as qualidades que a sociedade tipicamente reprime no homem: receptividade, sensibilidade, humor, intuição, e a capacidade de se relacionar.
Quando inconsciente, a anima pode se manifestar de forma negativa (humores, melancolia, sentimentalismo excessivo) ou ser projetada na busca por mulheres ideais.
Sua integração leva o homem a um relacionamento mais profundo com suas emoções e o inconsciente.
Representa as qualidades que a sociedade tipicamente reprime na mulher: assertividade, lógica, raciocínio, agressividade e a capacidade de argumentação.
Quando inconsciente, o animus pode se manifestar de forma negativa (opiniões rígidas, dogmatismo, argumentação destrutiva) ou ser projetado na busca por figuras de autoridade masculinas.
Sua integração leva a mulher a uma maior autoconfiança, capacidade de ação e pensamento independente.
O livro destaca que a integração de Animus e Anima é uma etapa crucial no processo de individuação.
Esses arquétipos atuam como o guia interior para o inconsciente. Eles são os portadores das imagens e figuras que surgem nos sonhos e fantasias, ajudando o ego a se conectar com o self (a totalidade).
A obra enfatiza que a maturidade psicológica e a totalidade só são alcançadas quando o indivíduo reconhece e integra esses aspectos do gênero oposto, em vez de reprimi-los ou projetá-los.