| Edição: 1ª |
| Publicação: 12 de junho de 2023 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 320 |
| Peso: 0.450 kg |
| Dimensões: 16 x 1.4 x 23 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 6557362496 |
| ISBN-13: 9786557362495 |
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“Arquétipos da Sombra”, de Dra. Joanna LaPrade, é uma imersão na psicologia analítica de Jung, utilizando o panteão grego do Submundo como um mapa para o inconsciente. A Sombra, o reservatório de traços, desejos e traumas que a consciência rejeita, é o sítio de um poder e de uma totalidade inexplorados. O livro desmistifica e humaniza figuras como Hades, Perséfone, Hécate e o submundo em si, reinterpretando-os não como vilões, mas como arquétipos internos que governam nosso relacionamento com a negação, a morte psíquica e a regeneração. LaPrade propõe um caminho de aceitação ativa, sugerindo que o crescimento e a Individuação só são possíveis quando paramos de lutar contra a nossa escuridão e, em vez disso, entramos em diálogo com ela, transformando a energia reprimida em ouro psíquico e criatividade. A obra é um guia sofisticado para transformar o medo do Submundo interior em uma fonte de poder autêntico.
Um ponto crucial que a autora explora em seu trabalho é o conceito do “Arquétipo da sombra dourada”.
A sombra dourada: A sombra não contém apenas os aspectos negativos e vergonhosos que reprimimos (medos, raiva, ciúme), mas também as qualidades positivas, talentos e poderes que, por medo ou insegurança, rejeitamos e projetamos nos outros (a “sombra dourada”). A sociedade ocidental, ao endeusar a luz e condenar o escuro, nos ensina a ter medo da nossa própria grandeza.
O casamento místico: O livro enfatiza que a jornada de aceitação da sombra é o caminho para o casamento místico (ou alquímico), que é a união dos opostos dentro da psique (o masculino e o feminino, o consciente e o inconsciente, a luz e a sombra). Ao integrar Hades e Perséfone internamente, o indivíduo alcança a totalidade (Self), deixando de viver pela metade e liberando o potencial criativo que estava aprisionado na negação.
Portanto, a obra desafia o leitor a reconhecer que, ao evitar o submundo, ele está igualmente evitando o seu próprio poder máximo.
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