| Edição: 4ª |
| Publicação: 7 de fevereiro de 2022 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 368 |
| Peso: 0.460 kg |
| Dimensões: 13.5 x 2 x 21 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 6559810860 |
| ISBN-13: 9786559810864 |
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Comprar LivroPublicado em 2019, O bosque das coisas perdidas (The Winterwood, no original) é o segundo romance da autora norte-americana Shea Ernshaw, conhecida por sua escrita atmosférica e melancólica. A trama se passa em uma pequena comunidade montanhosa, cercada por uma floresta misteriosa chamada Winterwood, onde, segundo a lenda, vivem mulheres dotadas de poderes mágicos.
A protagonista é Nora Walker, descendente dessa linhagem de mulheres ligadas à floresta. Solitária e marcada por sua herança, Nora encontra um garoto desaparecido, Oliver Huntsman, perdido no bosque durante uma tempestade de neve. O encontro desencadeia uma narrativa de segredos, magia e sobrevivência, em que o bosque funciona como personagem vivo, guardando tanto perigos quanto revelações.
“O bosque das coisas perdidas lança um feitiço com uma linhagem esplêndida de bruxas, meninos misteriosos e uma floresta sinistra que prende qualquer leitor e não solta jamais.” ― Megan Shepherd, autora de Adoráveis Pavorosos, best-seller da lista do New York Times
Shea Ernshaw constrói um romance que mistura fantasia gótica, mistério e romance juvenil. O bosque é descrito como espaço liminar, onde o real e o sobrenatural se confundem. Nora é uma protagonista complexa, dividida entre o peso da tradição familiar e o desejo de encontrar seu próprio caminho.
A relação com Oliver introduz tensão e ambiguidade: o garoto carrega segredos que podem alterar o destino da comunidade, e Nora precisa decidir até onde confiar nele. A escrita da autora é marcada por lirismo e imagens poéticas, reforçando a atmosfera de inverno e isolamento.
O romance se destaca por sua ambientação: a neve, o silêncio e a floresta criam um cenário que intensifica o suspense e a sensação de encantamento. Ernshaw utiliza o espaço natural como metáfora para a memória e para os limites da identidade, transformando o bosque em espelho da protagonista.