| Edição: 1ª |
| Publicação: 21 de março de 2024 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 296 |
| Peso: 0.200 kg |
| Dimensões: 15.4 x 1.7 x 11.5 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 6580210923 |
| ISBN-13: 9786580210923 |
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Memórias Póstumas de Brás Cubas, publicado em 1881, é um dos romances mais inovadores de Machado de Assis e considerado marco inaugural do realismo no Brasil. A obra rompe com convenções narrativas ao ser contada por um narrador defunto, que escreve suas memórias após a morte.
O protagonista e narrador é Brás Cubas, um aristocrata medíocre que, já morto, decide relatar sua vida sem pudores ou ilusões. Ele revisita episódios de sua trajetória — amores, ambições frustradas, relações sociais — sempre com ironia e distanciamento. O tom é marcado pela crítica à sociedade brasileira do século XIX, especialmente à elite ociosa e às desigualdades.
O romance aborda morte, vaidade, fracasso, crítica social e ironia, mostrando como a vida de Brás Cubas é marcada por futilidade e egoísmo. A escolha de um narrador defunto permite a Machado ironizar tanto o protagonista quanto a sociedade, sem compromisso com a linearidade ou com a moral tradicional.
O estilo é fragmentado, inovador e irônico, com capítulos curtos, digressões e diálogo direto com o leitor. Essa estrutura rompe com o modelo clássico do romance e antecipa técnicas modernas, como a meta ficção e o narrador não confiável.
A importância de Memórias Póstumas de Brás Cubas é imensa: a obra inaugura o realismo brasileiro, consolida Machado como o maior escritor nacional e coloca o romance em diálogo com a literatura mundial. É um texto que continua atual por sua crítica à vaidade humana e por sua experimentação narrativa.
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