| Edição: 1ª |
| Publicação: 15 de agosto de 2023 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 144 |
| Peso: 0.204 kg |
| Dimensões: 15.24 x 0.84 x 22.86 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 6580921374 |
| ISBN-13: 9786580921379 |
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Felipe Boschetti conduz o leitor por uma narrativa que desvenda os bastidores de uma das civilizações mais enigmáticas da América pré-colombiana. “Segredos do império inca” não se limita a descrever a expansão territorial ou a organização política, mas revela os fundamentos espirituais e culturais que sustentaram a grandiosidade dos incas, mostrando como o poder se entrelaçava com a religiosidade e com o cotidiano.
Boschetti explora a figura do soberano como centro da vida política e espiritual, guardião da ordem cósmica e representante da divindade solar. O poder inca não se restringia ao domínio militar, mas se legitimava pela crença na ligação direta entre o governante e os deuses.
A obra ilumina aspectos da vida comum: a agricultura em terraços, os sistemas de irrigação, as festividades e os rituais que permeavam cada gesto da sociedade. O cotidiano inca, longe de ser trivial, era expressão de uma visão de mundo que concebia a natureza como sagrada e o trabalho como oferenda.
Boschetti dedica atenção especial às construções monumentais, como Machu Picchu e Cuzco, mostrando como a arquitetura era instrumento de poder e de perpetuação da memória. Os quipus, os rituais religiosos e a arte inca são apresentados como símbolos de uma civilização que buscava eternizar sua ordem cósmica.
Com linguagem clara e erudita, o autor equilibra narrativa histórica e reflexão crítica. Sua escrita convida o leitor a penetrar nos segredos do império inca, revelando que sua grandiosidade não se explica apenas pela força política, mas pela complexa rede de crenças e práticas que sustentava sua civilização.
“Segredos do império inca” é uma obra que ilumina os bastidores de uma cultura que, mesmo desaparecida, continua a ressoar no imaginário contemporâneo, mostrando que seus segredos estão tanto nas ruínas quanto na memória simbólica que desafia nossa compreensão do passado.
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