| Edição: 41ª |
| Publicação: 1 de janeiro de 2009 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 152 |
| Peso: 0.180 kg |
| Dimensões: 18.4 x 13.2 x 0.6 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 8508173458 |
| ISBN-13: 9788508173457 |
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Comprar LivroA ilha perdida, de Maria José Dupré, é um clássico da literatura infantojuvenil brasileira, publicado em 1944 dentro da Série Vaga-Lume. A obra narra a aventura de dois irmãos que, ao explorar uma ilha misteriosa, descobrem valores como amizade, coragem e respeito à natureza.
Publicado originalmente em 1944, A ilha perdida integra a célebre Série Vaga-Lume, que marcou gerações de leitores brasileiros. O romance acompanha os irmãos Eduardo e Henrique, meninos da cidade que passam férias na fazenda do padrinho, às margens do rio Paraíba do Sul, em Taubaté.
Movidos pela curiosidade, eles decidem explorar uma ilha misteriosa que avistam no meio do rio. Para isso, reformam em segredo uma canoa abandonada. Ao chegarem à ilha, descobrem que o local guarda não apenas beleza natural, mas também desafios e lições que transformarão sua visão de mundo.
Maria José Dupré constrói uma narrativa de aventura que, embora simples em sua estrutura, revela profundidade temática. O livro não se limita ao entretenimento juvenil: é também uma reflexão sobre valores humanos, convivência e respeito à natureza.
A escrita é clara e envolvente, com ritmo que prende o leitor jovem sem perder a densidade necessária para transmitir ensinamentos. A autora utiliza a exploração da ilha como metáfora da descoberta de si e da importância da solidariedade.
Os protagonistas, Eduardo e Henrique, representam o espírito da infância: curiosidade, coragem e desejo de liberdade. Ao mesmo tempo, suas experiências revelam os perigos da imprudência e a necessidade de responsabilidade. O encontro com personagens locais e com a própria natureza reforça a ideia de que o aprendizado não está apenas nos livros, mas também na vivência.
O romance consolidou-se como um dos títulos mais marcantes da Série Vaga-Lume, ao lado de obras como O escaravelho do diabo e Aventuras de Xisto. Sua permanência no imaginário coletivo deve-se à capacidade de unir aventura, lirismo e ensinamento moral em uma narrativa acessível e encantadora.