Admirável mundo novo - Huxley, Aldous Leonard

Edição:
Publicação: 1 de janeiro de 2014
Idioma: Português
Páginas: 312
Peso: 0.360 kg
Dimensões: 14 x 1.8 x 21.6 cm
Formato: Capa comum
ISBN-10: 8525056006
ISBN-13: 9788525056009

Quer comprar este livro?

Comprar Livro

Admirável mundo novo - Aldous Huxley

O livro "Admirável mundo novo" (Brave New World) é um romance distópico do escritor inglês Aldous Huxley (1894–1963).

Publicado em 1932, é um dos três pilares da literatura distópica moderna, ao lado de "1984" de George Orwell e "Fahrenheit 451" de Ray Bradbury. O livro é uma crítica profética e complexa à tecnologia, ao condicionamento social e à busca pela estabilidade e felicidade a qualquer custo.

🏭 O estado mundial e a estabilidade

A história se passa no ano 632 da Era Fordiana (cerca de 2540 d.C.). O mundo foi unificado sob o Estado Mundial, um regime que aboliu a guerra, a pobreza, as doenças e todas as formas de sofrimento individual.

A reprodução e castas: a reprodução natural (maternidade e paternidade) foi abolida. Os seres humanos são fabricados e "engarrafados" em centros de condicionamento. São geneticamente manipulados e condicionados por choques elétricos e hipnopédia (ensino durante o sono) para se encaixarem em cinco castas sociais rígidas, de Alfas (a elite intelectual) a Épsilons (trabalhadores braçais quase sub-humanos). A estabilidade é a principal meta.

Felicidade forçada: a felicidade é garantida pela eliminação da emoção, da arte, da família, da história e da liberdade individual. O sexo é recreativo e encorajado desde cedo.

O soma: qualquer vestígio de infelicidade ou introspecção é imediatamente suprimido pelo Soma, uma droga estatal perfeita que proporciona euforia, sem efeitos colaterais.

💔 Civilização versus selvageria

A trama se concentra em Bernard Marx, um Alfa que se sente inadequado e marginalizado, e em Lenina Crowne, uma Beta que é a representação da conformidade.

A reserva selvagem: Bernard e Lenina visitam uma das poucas Reservas Selvagens remanescentes no Novo México, onde a vida antiga e "primitiva" (casamento, doenças, religião) ainda existe.

John (o selvagem): lá, eles encontram John, um jovem branco que nasceu de pais do Estado Mundial, mas foi criado na Reserva (tendo acesso apenas às obras de Shakespeare). John é levado de volta a Londres, onde se torna uma celebridade e um experimento social.

O confronto final: John, que representa a liberdade, a paixão, a dor e a moralidade da civilização antiga, não consegue se adaptar à estabilidade asséptica do Estado Mundial. O clímax é o debate filosófico de John com o Controlador Mundial Mustapha Mond, onde John exige o direito de ter infelicidade, feiura e dor, o preço da liberdade.

Mais livros