| Edição: 1ª |
| Publicação: 7 de julho de 2009 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 416 |
| Peso: 0.365 kg |
| Dimensões: 18.6 x 12.4 x 2.2 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 8531502942 |
| ISBN-13: 9788531502941 |
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Uma das obras mais famosas de Campbell é “O herói de mil faces”, publicada em 1949. Neste livro, Campbell apresenta sua teoria de que o monomito – ou a Jornada do Herói – é um padrão narrativo comum encontrado em mitologias de todo o mundo. Ele examina essa estrutura de história arquetípica ao analisar vários mitos e histórias de diferentes culturas, traçando suas semelhanças e diferenças. O livro não é um resumo de mitos, mas sim uma análise estrutural e psicológica de narrativas míticas de todo o mundo.
O livro oferece uma visão abrangente das ideias de Campbell sobre mitologia comparada e como essas narrativas refletem experiências e necessidades humanas universais. “O Herói de Mil Faces” é considerado uma obra fundamental nos campos da religião comparada e dos estudos do folclore, e influenciou inúmeros autores, estudiosos e artistas.
Outros trabalhos notáveis de Campbell incluem “As máscaras de Deus”, uma série de cinco volumes que explora a mitologia mundial, e “Imagem mítica”, que se aprofunda no simbolismo e nos motivos mitológicos encontrados na literatura, na arte e na cultura. Se você estiver interessado nas ideias de Campbell sobre a Jornada do Herói ou mitologia comparada, recomenda-se começar com “O herói de mil faces”.
A tese de Campbell é que todas as grandes histórias de heróis, em todas as culturas e épocas, de Buda a Moisés, de mitos tribais a contos de fadas modernos, compartilham a mesma estrutura fundamental de aventura. Essa estrutura, o monomito, é dividida em três atos principais:
1. A partida (separação): O herói é retirado do mundo comum, geralmente por um Chamado à Aventura (rejeitado ou aceito). Ele cruza o “Limiar” para um mundo de aventura.
2. A iniciação: O herói enfrenta provações, encontra aliados e inimigos, é ajudado por uma figura sobrenatural, realiza a Apoteose (a união com o poder supremo) e obtém o “Elixir” (o prêmio da jornada).
3. O regresso: O herói deve retornar ao mundo comum com o Elixir (o conhecimento ou poder recém-adquirido) e compartilhá-lo com a sociedade, completando o ciclo de transformação.
Campbell utiliza a psicologia analítica de C.G. Jung para argumentar que o Monomito é um reflexo direto do inconsciente coletivo e um mapa para a individuação (a realização do self). A jornada do herói, para ele, não é apenas um conto de fadas; é a própria jornada da psique humana em busca de sua totalidade. Ao confrontar dragões e atravessar limiares, o herói está, metaforicamente, enfrentando a Sombra e os complexos interiores.
O livro é, portanto, uma análise comparativa brilhante que demonstra como a mitologia fornece a estrutura simbólica necessária para a maturação e a transformação psicológica do indivíduo.
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