| Edição: 1ª |
| Publicação: 01 de março de 2018 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 112 |
| Peso: 0.26 kg |
| Dimensões: 20.8 x 13.6 x 1.4 cm |
| Formato: Brochura / Capa comum |
| ISBN-10: 8535930523 |
| ISBN-13: 9788535930528 |
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Comprar LivroPublicado em 2018, O Sol na Cabeça é o livro de estreia do escritor carioca Geovani Martins, uma coletânea de 13 contos que mergulha o leitor na vida das favelas da Zona Sul do Rio de Janeiro. Com linguagem vibrante, marcada por gírias, oralidade e ritmo próprio, o autor constrói narrativas que revelam o cotidiano de jovens negros e periféricos em meio à violência policial, ao racismo, à desigualdade social e às tensões entre morro e asfalto.
Cada conto é uma janela para experiências intensas e coletivas: o rolé até a praia sob o sol escaldante, o medo da abordagem policial, os sonhos interrompidos, os rituais de fé e os vínculos familiares. Em histórias como “Rolézim”, “O caso da borboleta” e “O mistério da Vila”, Geovani mistura lirismo e brutalidade, criando personagens que resistem, sonham e sobrevivem em um país marcado por exclusões históricas.
A escrita de Geovani Martins é visceral, urgente e profundamente sensível. Ele transforma a favela em centro narrativo, não como espaço de miséria, mas como território de complexidade humana, cultura e potência. O Sol na Cabeça é uma obra que marca a literatura brasileira contemporânea com autenticidade e força, sendo reconhecida como uma das mais importantes do século XXI.
"Geovani pula da oralidade mais rasgada para o português canônico como quem respira. Uma nova língua brasileira chega à literatura com força inédita." ― João Moreira Salles
"O sol vai muito além da 'literatura de favela', seja lá o que isso for, é simplesmente ótima literatura moderna, e ponto. [...] Pequeno grande livro, emoção do início ao fim, bagulho doido." ― Nelson Motta
"Se Lima Barreto estivesse vivo, sem dúvida leria com emoção as narrativas deste livro tão necessário em tempos de intolerância, ódio e ignorância." ― Milton Hatoum
"O livro mais importante da literatura recente." ― Marcelo Rubens Paiva
"Fiquei chapado." ― Chico Buarque