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Nunca houve um castelo - Martha Batalha
Publicado em 2018 pela Companhia das Letras, Nunca Houve um Castelo é o segundo romance de Martha Batalha, autora de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão. A obra mistura memória familiar, ficção histórica e crítica social, ambientando-se entre o Rio de Janeiro de 1968 e a Europa do início do século XX.
Enredo
A narrativa acompanha os descendentes de Johan Edward Jansson, cônsul da Suécia no Brasil que, em 1904, construiu um castelo em Ipanema.
A história se desloca para o Rio de Janeiro em 1968, onde conhecemos Estela, recém-casada e mergulhada em conflitos pessoais e sociais.
O romance alterna entre passado e presente, mostrando como as escolhas e os segredos familiares moldam gerações.
O castelo, símbolo de poder e memória, torna-se metáfora para ilusões e desilusões da vida.
Temas centrais
Memória e identidade: como histórias familiares atravessam o tempo.
Sociedade brasileira: crítica às convenções sociais e ao papel da mulher.
História e ficção: mistura de fatos históricos com narrativa literária.
Metáfora do castelo: representa tanto a grandiosidade quanto a fragilidade das construções humanas.
Estilo narrativo
Martha Batalha utiliza uma escrita sensível e irônica, com diálogos ágeis e observações sociais afiadas.
A narrativa é não linear, alternando épocas e personagens.
O tom mistura melancolia e humor, característica marcante da autora.
Relevância
Nunca Houve um Castelo confirma Martha Batalha como uma das vozes mais originais da literatura brasileira contemporânea.
O livro dialoga com temas universais — memória, família, identidade — ao mesmo tempo em que retrata o Brasil em momentos históricos decisivos.
É indicado para leitores que apreciam romances que unem história, crítica social e drama familiar.