Seis passeios pelos bosques da ficção - Eco, Umberto

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Edição:
Publicação: 23 de abril de 2024
Idioma: Português
Páginas: 176
Peso: 0.23 kg
Dimensões: 14 x 10 x 21 cm
Formato: Capa comum
ISBN-10: 8535936289
ISBN-13: 9788535936285

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Seis passeios pelos bosques da ficção

“Seis passeios pelos bosques da ficção” é um ensaio literário escrito pelo renomado semiólogo, filósofo e romancista italiano Umberto Eco.

O livro é uma compilação das “Charles Eliot Norton Lectures” que Eco ministrou na Universidade de Harvard em 1992-1993. Obra fundamental para entender a relação complexa entre o texto, o autor e o leitor.

Eco utiliza a metáfora do “bosque da ficção” para descrever o universo narrativo criado por um texto. A cada “passeio”, ele explora um aspecto diferente desse universo.

O Foco Principal: O livro se concentra em como os textos de ficção são construídos e, crucialmente, como o leitor interage com eles.

Leitor-Modelo e Autor-Modelo: Um dos conceitos centrais que Eco desenvolve é a distinção entre o “Leitor-Modelo” (o leitor ideal que o autor tem em mente e que é capaz de desvendar as estratégias do texto) e o “Leitor Empírico” (a pessoa real, com sua própria experiência e preconceitos, que lê o livro).

O Papel da Descrença: Ele discute como aceitamos as regras de um mundo fictício (a “suspensão da descrença”) e a tensão entre a verdade histórica e a verossimilhança ficcional.

A Estrutura da Narrativa: Eco utiliza diversos exemplos, desde Edgar Allan Poe e os romances de Alexandre Dumas até seus próprios romances (O Nome da Rosa), para ilustrar as técnicas narrativas, a função do tempo, e como a ficção nos ajuda a “organizar” o caos da experiência humana.

📝 Estrutura (Os “seis passeios”)

Cada capítulo corresponde a um “passeio” ou conferência, focando em um tema específico:

Entrando no bosque: Introdução à natureza da ficção.

Os bosques possíveis: A criação de mundos ficcionais e suas regras.

Os leitores inocentes: Como a ingenuidade (ou a experiência) do leitor afeta a leitura.

Tempo e silêncio: A manipulação do tempo narrativo (como o flashback ou a elipse).

A identidade dos bosques: A repetição e a intertextualidade na ficção.

Narrar, viver, falar: A relação entre contar histórias e a experiência da vida.

A obra é uma excelente leitura para quem tem interesse em Teoria da Literatura, Semiótica ou apenas deseja entender o processo fascinante por trás da criação e da leitura de narrativas.

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