| Edição: 2ª |
| Publicação: 8 de abril de 2016 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 448 |
| Peso: 0.650 kg |
| Dimensões: 22.4 x 16.8 x 2.6 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 8569809638 |
| ISBN-13: 9788569809630 |
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Comprar LivroO livro "O homem e seus símbolos" (Man and His Symbols) é a última grande obra do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875–1961) e o único livro que ele escreveu para o público, visando popularizar os conceitos de sua psicologia analítica.
Publicado postumamente em 1964, três anos após a morte de Jung, o livro foi idealizado e parcialmente escrito por ele, e completado por seus principais colaboradores.
O objetivo central do livro é explicar de forma acessível como o inconsciente se comunica com a consciência através dos símbolos, e como a interpretação dos sonhos é a "via régia" para entender a psique.
Estrutura colaborativa: Jung escreveu o capítulo introdutório, "aproximação do inconsciente", onde ele define os conceitos fundamentais de sua psicologia, incluindo:
O inconsciente coletivo: a camada mais profunda da psique, comum a toda a humanidade, que armazena os arquétipos.
Os arquétipos: padrões inatos de comportamento e imagem (como a sombra, a Anima/Animus e o herói) que moldam a experiência humana.
O símbolo: não é um mero signo, mas a melhor expressão possível de algo relativamente desconhecido. O símbolo é a linguagem viva do inconsciente.
Os colaboradores: os capítulos subsequentes foram escritos por proeminentes analistas junguianos (e amigos de Jung), aplicando o conceito a diferentes áreas:
Joseph L. Henderson: símbolos nas artes plásticas.
Marie-Louise von Franz: o processo de individuação nos sonhos.
Aniela Jaffé: simbolismo no indivíduo.
Jolande Jacobi: simbolismo em diferentes culturas.
O sonho: o livro insiste que os sonhos não são tentativas de mascarar desejos (como em Freud), mas sim uma tentativa honesta e compensatória do inconsciente para restaurar o equilíbrio da psique.
"O homem e seus símbolos" é frequentemente o ponto de partida para qualquer leitor interessado na obra de Jung, pois ele simplifica conceitos complexos sem perder a profundidade. É o testamento final de Jung sobre a importância da vida interior e da busca pelo significado.