As primeiras civilizações - Pinsky, Jaime

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Edição: 25ª
Publicação: 1 de julho de 2001
Idioma: Português
Páginas: 128
Peso: 0.140 kg
Dimensões: 21 x 13.6 x 0.8 cm
Formato: Capa comum
ISBN-10: 8572441786
ISBN-13: 9788572441780

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As primeiras civilizações - Jaime Pinsky

O despertar da aurora social

A obra de Jaime Pinsky debruça-se sobre o horizonte pretérito da humanidade, perscrutando o instante em que o nomadismo cedeu lugar à sedentarização e ao fenômeno urbano. Com uma narrativa que equilibra o rigor historiográfico e a fluidez literária, o autor conduz o leitor pelas margens férteis do Nilo e pelas planícies entre o Tigre e o Eufrates. O texto não se limita a uma mera cronologia de fatos, mas investiga as estruturas fundamentais que permitiram o surgimento do Estado, da escrita e das complexas hierarquias religiosas que moldaram o pensamento ocidental e oriental.

A engenharia do poder e a domesticação da natureza

Pinsky explora a transição neolítica como o grande divisor de águas, onde a domesticação de plantas e animais funcionou como o catalisador para uma reorganização espacial e simbólica. O autor detalha como a necessidade de gerir excedentes agrícolas impulsionou a criação de sistemas administrativos e, consequentemente, a estratificação social. Através de uma análise pormenorizada da Mesopotâmia e do Egito, a obra revela como o sagrado e o político se fundiam na figura dos monarcas, transformando rios impetuosos em artérias de vida e controle.

Cultura, escrita e a imortalidade do registro

Para além da economia e da política, o livro dedica atenção especial à gênese da escrita. Pinsky demonstra que o registro gráfico nasceu de uma demanda pragmática, contábil, mas que rapidamente ascendeu ao patamar da preservação da memória e da mitologia. Ao analisar os códigos de leis e as epopeias, como a de Gilgamesh, o historiador descortina o cotidiano, os anseios e as angústias dos homens que, há milênios, já se questionavam sobre a finitude e o papel do indivíduo na coletividade. A erudição do autor permite que o leitor compreenda essas civilizações não como fósseis estáticos, mas como sociedades dinâmicas que estabeleceram as bases sobre as quais ainda hoje caminhamos.

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