| Edição: 1ª |
| Publicação: 10 de julho de 2018 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 288 |
| Peso: 0.50 kg |
| Dimensões: 21.2 x 13.6 x 2.2 cm |
| Formato: Capa dura |
| ISBN-10: 8576573938 |
| ISBN-13: 9788576573937 |
Quer comprar este livro?
Comprar LivroO livro "Flores para Algernon" (Flowers for Algernon) é um romance de ficção científica do autor americano Daniel Keyes (1927–2014).
Originalmente publicado como um conto em 1959 e expandido para romance em 1966, a obra é um clássico que explora as questões éticas da inteligência artificial, da deficiência intelectual e da natureza da humanidade. Keyes ganhou o Prêmio Hugo pelo conto e o Prêmio Nebula pelo romance.
A história é apresentada como uma série de "relatórios de progresso" escritos pelo protagonista, Charlie Gordon.
Charlie Gordon: um homem de 32 anos com deficiência intelectual, cujo maior desejo é ser inteligente. Ele trabalha como faxineiro em uma padaria e frequenta aulas noturnas, onde sua professora, Alice Kinnian, o recomenda para um experimento inovador.
A operação: Charlie é escolhido pelos cientistas Dr. Strauss e Professor Nemur para ser o primeiro humano a receber uma cirurgia experimental para aumentar a inteligência. O procedimento foi testado com sucesso em um rato de laboratório chamado Algernon.
O progresso: após a cirurgia, a inteligência de Charlie dispara em um ritmo exponencial. Seus relatórios de progresso, que começam com erros ortográficos e gramaticais grosseiros, tornam-se rapidamente complexos, eruditos e profundos. Ele aprende idiomas, domina ciências e supera o intelecto de seus próprios criadores.
A ascensão de Charlie à genialidade, no entanto, é acompanhada por uma profunda dor emocional e isolamento social.
Isolamento: à medida que sua inteligência cresce, ele percebe a crueldade e o ridículo com que era tratado no passado por seus colegas de trabalho e até mesmo o distanciamento de Alice Kinnian, que antes era sua única conexão.
O problema ético: Charlie usa sua inteligência recém-adquirida para investigar o próprio experimento, descobrindo falhas éticas e científicas no trabalho de Strauss e Nemur.
O declínio de Algernon: no ápice de sua inteligência, Charlie observa o rato Algernon, seu precursor no experimento, começar a regredir rapidamente. Ele percebe que o aumento de sua própria inteligência é apenas temporário e que ele está destinado a reverter ao seu estado original.
O romance é um estudo comovente sobre a efemeridade do intelecto e a importância da inteligência emocional.