| Edição: 1ª |
| Publicação: 4 de fevereiro de 2025 |
| Idioma: Português |
| Páginas: 516 |
| Peso: 0.77 kg |
| Dimensões: 16 x 2.9 x 23 cm |
| Formato: Capa comum |
| ISBN-10: 859409065X |
| ISBN-13: 9788594090652 |
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“A Civilização da Idade Média”, de Norman Cantor, é uma obra monumental que oferece uma síntese cultural, política e intelectual da Europa medieval, com foco nas transformações que moldaram o Ocidente. O título original do livro é The Civilization of the Middle Ages, e ele é frequentemente citado como uma das obras de síntese mais importantes sobre o período medieval na língua inglesa.
Visão Revisionista: O livro é uma versão revisada e expandida de uma obra anterior de Cantor (Medieval History: The Life and Death of a Civilization). Cantor desafia a visão simplista e pejorativa da Idade Média como uma “Idade das Trevas” de estagnação cultural e predomínio exclusivo da religiosidade.
Dinâmica e Complexidade: Cantor argumenta que a civilização medieval foi um período de grande dinamismo, que viu o surgimento de instituições fundamentais para o Ocidente, como as universidades, e o desenvolvimento de um pensamento filosófico e artístico sofisticado.
Estrutura: O livro é estruturado para cobrir os mil anos do período (aproximadamente de 300 d.C. a 1300 d.C.), abordando:
As invasões bárbaras e a queda de Roma.
A ascensão do monasticismo e o desenvolvimento da Igreja.
O período Carolíngio.
As Cruzadas e a interação com os mundos Bizantino e Islâmico.
O florescimento da Escolástica (com figuras como Santo Tomás de Aquino).
O impacto de crises como a Peste Negra.
Abordagem Híbrida: A obra combina a exposição cronológica dos eventos políticos e sociais com a análise aprofundada das transformações culturais, intelectuais e religiosas.
Narrativa temática e cronológica: Cantor organiza o livro em torno de grandes temas — religião, política, cultura, economia, filosofia — e os insere em uma linha temporal que vai da queda de Roma ao Renascimento.
Ênfase na cultura e nas instituições: Destaca o papel da Igreja, das universidades, dos feudos e das cidades como pilares da civilização medieval.
Personagens e ideias: Apresenta figuras centrais como Santo Agostinho, Tomás de Aquino, Carlos Magno, além de movimentos como o monasticismo, o escolasticismo e as Cruzadas.
Interpretação abrangente: Cantor não se limita à Europa Ocidental — inclui Bizâncio, o mundo islâmico e as interações entre culturas.
Estilo acessível e reflexivo: Embora erudito, o texto é voltado para o público geral, com explicações claras e análises instigantes.
Crítica à modernidade: O autor sugere que muitos valores modernos têm raízes medievais, como a noção de comunidade, a ética do trabalho e a busca por transcendência.
História das mentalidades: Cantor explora como os medievais pensavam, sentiam e viviam, indo além dos eventos políticos.
Revisão de estereótipos: Combate a ideia de uma “Idade das Trevas”, mostrando o florescimento intelectual e artístico do período.
Diálogo com o presente: A obra convida o leitor a refletir sobre como o legado medieval ainda influencia o mundo contemporâneo.
É importante mencionar que, embora o livro seja amplamente lido e influente, Norman Cantor é um autor que gera debate na comunidade acadêmica. Ele é conhecido por suas opiniões fortes e, em seus últimos anos, por uma abordagem menos convencional e mais pessoal em relação à historiografia, o que o tornou um autor controverso. No entanto, sua obra de síntese sobre a Idade Média continua sendo uma referência popular e um ponto de partida para muitos leitores.
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