O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel - Tolkien, John Ronald Reuel

Edição:
Publicação: 25 de novembro de 2019
Idioma: Português
Páginas: 576
Peso: 0.170 kg
Dimensões: 21.4 x 14.2 x 3.4 cm
Formato: Capa dura
ISBN-10: 8595084750
ISBN-13: 9788595084759

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O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, de J.R.R. Tolkien é o primeiro volume da trilogia, lançado originalmente em 1954, e marca o início da jornada de Frodo e da Sociedade para destruir o Um Anel.

O livro começa no Condado, lar dos hobbits, com Bilbo Bolseiro preparando sua partida. Ele deixa sua herança para Frodo, incluindo um anel mágico que o torna invisível. O mago Gandalf revela que esse objeto é, na verdade, o Um Anel, forjado por Sauron para dominar toda a Terra-média.

Para impedir que Sauron recupere o anel, Frodo parte em uma jornada acompanhado de Sam, Merry e Pippin. Mais tarde, juntam-se a eles Aragorn, Legolas, Gimli, Boromir e Gandalf, formando a Sociedade do Anel. O objetivo: levar o anel até a Montanha da Perdição e destruí-lo.

O senhor dos anéis: a sociedade do anel – J.R.R. Tolkien

Publicado em 1954, A sociedade do anel inaugura a trilogia monumental de J.R.R. Tolkien. A narrativa abre-se no Condado, entre os hobbits, criaturas pacatas e afeitas à simplicidade, onde Frodo Bolseiro herda de seu tio Bilbo um anel aparentemente inofensivo. A revelação de Gandalf, o mago, de que se trata do Um Anel forjado por Sauron para subjugar toda a Terra-média, desencadeia a jornada que estrutura o romance.

Frodo, acompanhado de Sam, Merry e Pippin, deixa o lar para enfrentar perigos que se avolumam em cada passo. A formação da Sociedade — composta por hobbits, homens, um elfo, um anão e o mago — simboliza a união de povos distintos contra a sombra crescente. O livro conduz o leitor por paisagens de beleza lírica e ameaças sombrias, até a dissolução da companhia, prenunciando os desdobramentos trágicos e heroicos que virão.

Tolkien constrói aqui não apenas uma aventura, mas um universo de densidade mitológica. Sua linguagem, ora poética, ora austera, confere ao texto a gravidade de uma epopeia. O ritmo alterna momentos de contemplação — descrições da natureza, canções, genealogias — com episódios de tensão dramática, como a fuga dos Nazgûl ou a travessia de Moria.

A obra articula temas universais: a tentação do poder, a fragilidade dos humildes diante da grandeza do mal, a força da amizade e do sacrifício. Frodo, figura improvável de herói, encarna a ideia de que a coragem pode residir nos mais simples. Gandalf, Aragorn, Legolas e Gimli representam arquétipos que se entrelaçam em uma narrativa coral, onde cada voz contribui para o destino comum.

O estilo de Tolkien é marcado pela erudição filológica, que se manifesta na criação de línguas, mitos e histórias internas, conferindo à Terra-média uma verossimilhança rara. A sociedade do anel é, assim, mais que o início de uma saga: é a abertura de um mundo literário que se impõe como mito moderno.

 

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